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quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

Dica de livro infantil: Bíblia do Bebê

Bom dia meninas lindas,

Hoje vim dar uma dica de livro pras mamães e para quem precisa presentear uma criança.

Estou falando sobre o livro: Bíblia do Bebê - Histórias Bíblicas



O Gu ganhou esse livro dos meus sogros quando ele tinha uns 15 dias, e eu achei lindíssimo. Infelizmente dias depois meu sogro veio a falecer, e esse livro é uma lembrança linda do avó.

O livro tem histórias curtinhas e bem ilustradas o que prende a atenção da criança, ele é todo durinho o que também dificulta que se estrague,

Vou colocar algumas fotos do livro e fiz um vlog mostrando um pouco  melhor o mesmo.











Eu leio uma historia por dia pro Gu desde que ele ganhou o livro, sim repito várias vezes, mais acho válido por estar ensinando algo religioso que para nós é importante.

Hoje ele presta muita atenção, mostra objetos nas histórias e até mesmo as vezes na linguagem dele me conta o que ele ouviu, eu babo acho lindo.

Espero que tenham gostado da dica. Vocês já conheciam esse livro?

Beijos e até já 💋


sexta-feira, 20 de maio de 2016

Como ajudar seu filho a enfrentar o medo

Boa noite gente,

De uns tempos pra cá tenho percebido o Gustavo com alguns medos específicos. Um deles é altura, geralmente quando ele sobre em um brinquedo alto ele começa a tremer, e fica parado. Outro medo é quando toca a nossa campainha, e sobre esse eu não sei de onde veio ou porque. E o bendito medo de cortar o cabelo.

Então resolvi pesquisar sobre medos em crianças e achei uma matéria muito legal na net, é grande mais vale a pena a leitura. Vou deixar meu comentários em vermelho.



Como ajudar seu filho a enfrentar o medo

É normal uma criança pequena sentir medo. O nervosismo é um sentimento natural que nos ajuda a lidar com novas experiências e nos proteger do perigo. 

Alguns bebês e crianças pequenas têm medo de coisas bem específicas: insetos, cachorros, do escuro, de barulhos altos, como o do aspirador de pó. Outros têm medo de situações novas ou de encontrar pessoas novas. Boa parte desses medos desaparece conforme a criança sente-se mais segura de si e do ambiente ao redor. 

As dicas a seguir não vão fazer seu filho se livrar dos medos de uma hora para outra. Pode levar meses, até mesmo um ano inteiro, para que isso aconteça. Enquanto isso, é normal que ele fique obcecado por aquilo que o atemoriza, mostrando isso nas brincadeiras, nos desenhos ou nas conversas. É o jeito dele de lidar com a questão. 


Não despreze o medo que a criança sente

Não subestime os medos da criança, mesmo que pareçam bobos ou irracionais -- para ela, a coisa é bem séria e real. Evite sorrir ou fazer pouco da situação quando ela se mostrar assustada com uma sirene, um caminhão barulhento ou a descarga do banheiro, por exemplo. 

Mostre a ela que você entende como é ter medo de algo -- ela vai aprender que não há problema em sentir medo e que é melhor lidar com isso. 

Tentar simplesmente convencer seu filho de que não há motivos para ter medo terá o efeito contrário do que você quer. Dizer "Não se preocupe, não tem por que ter medo do cachorro" quase não tem efeito nenhum. Em vez disso, ofereça segurança: "Sei que você fica assustado com o cachorro. Vamos passar por ele juntos. Se precisar, pego você no colo". 

É claro que, depois, quando ele estiver mais calmo, você pode conversar sobre cães, mostrar livrinhos, tentar amenizar o temor sem recriminá-lo. 


Sobre a altura nós sempre tentamos mostrar que estamos ali, perto, sempre dou a mão pra ele ter segurança e depois digo: viu não tem porque ter medo a mamãe tá aqui. Ou quem esteja com ele.

Sobre a campainha eu realmente estava fazendo errado eu acho, sempre que toca ele grita e corre pela casa, geralmente eu digo que não tem porque ter medo e pego ele no colo. Vou começar agir diferente.

Na hora de cortar cabelo, nós vamos conversando, colocando vídeos no celular pra distrair, mais está bem complicado.




Use objetos de estimação

Pode ser legal usar algum objeto que o seu filho adora, como a fraldinha a que ele é apegado desde bebê, ou um velho bichinho de pelúcia, para ajudá-lo a enfrentar situações que o assustam. Objetos assim dão conforto a uma criança ansiosa, especialmente quando você precisa deixá-la, por exemplo, na creche ou na cama à noite, para dormir. 

Objetos de estimação também podem ajudar a criança na hora de enfrentar situações potencialmente assustadoras, como encontrar pessoas novas ou ir ao médico. Deixe-a fazer isso. Ela provavelmente vai parar de carregar o objeto para todo lugar por volta dos 4 anos, quando terá aprendido outros jeitos de se acalmar na hora do medo. 


E ai eu te falo, Gu não tem objeto de estimação, como eu faço rs.

Explique, exponha e explore

Uma criança assustada às vezes consegue superar o medo se você lhe der uma explicação simples e racional sobre o que está acontecendo. Por exemplo, se ela acha que vai ser sugada pelo ralo da banheira, você pode simplesmente dizer: "Águas e bolhas descem pelo ralo, mas crianças e patinhos de borracha não". Ou explique que a ambulância precisa fazer um barulho alto para que outros carros saibam que têm que sair do caminho. 

Para algumas crianças, uma demonstração pode ajudar. Seu filho pode ficar aliviado ao ver que o aspirador de pó suga migalhas, areia e sujeira, mas não consegue pegar o brinquedo dele ou os dedos do papai. 

Um passeio ao anoitecer pode fazer com que a noite pareça mais mágica do que assustadora. Seu filho treme diante da tesoura do cabeleireiro, deixe o profissional cortar uns fios de seu cabelo primeiro, para mostrar que não machuca. 

Se experiências passadas alimentam o medo do seu filho -- vacinas anteriores, que o deixam assustado na hora de ir ao médico --, procure usar o bom senso. Explique que a vacina dói no começo, mas que passa rápido e que depois vocês podem fazer algo bem divertido. A promessa de uma recompensa pode ajudá-lo a se distrair. 

Você também pode ajudar seu filho a aprender sobre coisas assustadoras de uma distância segura. Por exemplo, livros ou filmes em que há espíritos, feiticeiras e gatos pretos bonzinhos podem ajudá-lo a deixar de ter medo deles. Se o problema é com animais, experimente levá-lo a uma dessas fazendinhas em que dá para acariciar e alimentar os bichinhos. 


Outra sugestão é contar histórias animadas, onde o personagem, uma outra criança, enfrenta o medo e "sobrevive" sem problemas. Você pode inventar a historinha ou procurar livros que falem disso. 

Quanto a altura em brinquedos como eu disse nós damos a mão e o estimulamos a enfrentar o medo, e mostramos sempre que não há porque ficar assim, sempre estaremos perto até que ele se sinta seguro.

Sobre cortar o cabelo, estamos usando a tática do papai cortar primeiro e depois ele fica no colo dele pra cortar, da ultima vez já foi menos doloroso e com menos choro.



Resolva o medo junto com seu filho

Se seu filho tem medo de escuro, coloque um abajur no quarto dele ou deixe uma luzinha acesa à noite. Também experimente lhe dar um "guarda" para protegê-lo (como um bichinho de pelúcia de que ele goste), borrife o quarto com um spray "antimonstro" (um spray com água, mesmo) ou pronuncie frases mágicas para afastar visitantes indesejados -- levando a coisa a sério! 

Por meio de tentativa e erro, você e seu filho vão descobrir um jeito de ajudá-lo a ter mais sensação de poder e de controle sobre as coisas que o assustam. 


Use a brincadeira do faz-de-conta

Se seu filho tem muito medo do médico, experimente uma brincadeira de faz-de-conta que se passa no consultório (um kit médico de brinquedo pode ajudar). Algumas crianças se sentem mais confiantes quando vão ao pediatra levando seu próprio kit de médico. 

Cuidado para não associar a figura do pediatra ou do médico com punição à criança, ou com a vacina. Não diga: "Se você não puser esse casaco vou levar você ao dr. Fulano para tomar uma injeção". O pediatra e as vacinas devem ser vistos como algo que protege a criança, e não que está contra ela. 

O problema é com estranhos? Ele pode ficar menos assustada se brincar de conhecer pessoas novas com bonecas ou bichos de pelúcia. 


Não passe seus próprios medos para a criança

Se seu filho vir você suar aos cântaros porque tem uma aranha no quarto ou perceber certa tensão no ar quando você vai ao dentista, pode passar a temer essas situações também. Por isso, tente disfarçar e minimizar a sua própria preocupação. 

Mas não há problema em confessar ao seu filho que você não gostava de ir ao dentista quando era criança -- desde que você acrescente que ia assim mesmo, para manter os dentes bonitos e saudáveis. Isso faz com que a criança perceba que não está sozinha nessa empreitada e que você também aprendeu a superar algo assustador. 


Tenho pavor de aranhas, mais me contenho perto dele, mesmo assim eu digo: filho não mexe a mamãe tem medo.


Não exagere na proteção tentando evitar o medo a qualquer custo

Muitas vezes, a primeira solução que vem à cabeça para evitar o medo é eliminar qualquer coisa que possa assustar a criança. Daí vêm as historinhas em que o lobo da Chapeuzinho Vermelho é bonzinho, ou uma Branca de Neve só com anões, sem bruxa. 

Os especialistas explicam que os contos de fada tradicionais e até histórias modernas com elementos assustadores (como o filme "Monstros SA") podem ajudar a criança a superar a fase do medo. Os heróis e heroínas dessas histórias ensinam a criança a lidar com questões como o medo e a separação. 

Não existe receita. Só você conhece bem seu filho e sabe o que o perturba. Se achar que uma história ou um filme podem ser assustadores, converse com ele sobre o assunto. Às vezes, a criança pode ficar com medo de uma coisa aparentemente inofensiva, então não dá para protegê-la totalmente. 

E não se esqueça de que os telejornais frequentemente são piores que filmes de terror. Se quiser assistir ao jornal com seu filho por perto, mostre-se disponível para responder a perguntas. Fique de olho para ver se ele não está assustado -- aí é melhor mudar de canal ou sugerir outra atividade. 


No que você deve prestar atenção

Se o medo de seu filho interfere rotineiramente nas atividades normais do dia-a-dia -- ele não lava o cabelo porque tem medo de água ou não quer ir brincar lá fora porque acha os cachorros assustadores --, converse com o pediatra, especialmente se a situação se intensificar. A criança pode estar sofrendo de algum tipo de fobia ou um problema de ansiedade. 

Também é bom procurar o conselho do médico se seu filho fica aterrorizado a ponto de não conseguir ser acalmado.


Fonte: aqui

Achei essa matéria grande mais bem explicativa, e tem me ajudado muito nessa fase em que os medos começaram a aparecer.

Estou tentando mudar as abordagens e ajudar ele a entender o próprio medo e como perde-lo, mas não é uma tarefa fácil, e nem rápida.

E por ai as crianças tem medos? Como vocês estão lidando e ajudando eles?

Grande beijo e até já =*





quarta-feira, 11 de maio de 2016

Lentes de contato - EU USO

Boa noite pessoal, 

Não sei se já falei aqui mais sou cegueta ahah, sim tenho miopia nos dois olhos, estou com seis graus em cada olho. Sendo assim não vivo sem lentes ou óculos.

Comecei a ter problemas quando tinha 15 anos e odiava com toda a minha alma óculos, foi então que comecei a saga das lentes de contato.

As primeiras lentes que usei foi de uso prolongado, que duram um ano, mais para mim duraram apenas um mês. Apesar de todo o cuidado de lavar, trocar o liquido do estojo sempre minhas lentes rasgavam, tentei 3 vezes e desisti, afinal não são baratinhas.

Fui novamente ao oftalmologista e ele disse que tinha uma proteína (acho que é isso) nos olhos e isso fazia as lentes de longa duração não durarem... foi ai que ele me apresentou as lentes de contato descartáveis da Johnson & Johnson.


Me adaptei super bem com essas lentes, são gelatinosas e super finas, e duram um mês. Compra-se a caixinha com 6 lentes, sempre compro duas caixas, que duram 6 meses.

Me acostumei tanto com elas que as vezes não lembro que estou usando, e por diversas vezes cochilei com elas, ou passei a mão mais forte nos olhos e ai lembrei dela já que ela movimentou. 

Em todos esses anos de uso só tive um contratempo que me lembre, um dia ela "se perdeu" dentro do meu olho, e lá fomos nós para o médico para ele retirar ela. Foi assim que aprendi a acha-lá quando ela "se perde". Confesso que já perdi ela mais vezes, mais agora já sei como acha-las e retira-las sem machucar.

Hoje uso as lentes abaixo:


ACUVUE OASYS® COM HYDRACLEAR PLUS®


Com uma média de 11.000 piscadas ao dia, suas pálpebras viajam pela distância de uma maratona a cada ano. E as lentes de contato ACUVUE OASYS® com HYDRACLEAR PLUS® ajudam a manter essa jornada muito menos cansativa.
Fazendo o dia menos cansativo para os seus olhos
ACUVUE OASYS® com HYDRACLEAR PLUS® oferece:
  • Superfície ultrassuave que ajuda suas pálpebras a deslizarem facilmente sobre as lentes.
  • Conforto para quem trabalha muito tempo em frente ao computador ou em ambientes secos ou climatizados*.
  • Correção visual para longe (miopia), para perto (hipermetropia) e astigmatismo.1
  • A maior proteção UV disponível em uma lente de troca programada.2
Se você sente desconforto nos olhos depois de muitas horas de trabalho no computador, especialmente em ambientes com ar-condicionado ou aquecidos, as lentes de contato de troca programada ACUVUE OASYS® com HYDRACLEAR PLUS® podem ser uma boa opção para você

Para maiores informações acessem o site das lentes Acuvue Oasys.

Posso dizer que são super macias e hidratadas, me sinto bem e utilizo elas das 7:00 da manhã às 23:00 da noite quase todos os dias.

Sobre a maquiagem... pra mim é normal. Sempre coloco as lentes antes de começar a me maquiar para não ter perigo de sujar a lente depois ou até mesmo borrar os olhos, pois quase sempre lacrimejam na colocação.

Na minha opinião as lentes são ótimas, e se você tiver os cuidados necessários não terá problemas.

Como vocês podem perceber uso lentes de contato desde os 15 anos, ou seja, fazem 16 anos!

Sobre a operação, eu não pude fazer pois minha miopia é alta e minha córnea é fina demais para a operação, achei um médico que até faria, mais me avisou que poderia voltar, ou até mesmo perder a visão. Então preferi não me arriscar, e como a medica mesmo disse eu me sinto tão bem de lente que não teria porque ficar triste!

Hoje estou com o olho machucado devido a lente que devia estar com um micro corte e acabou machucando, estou colocando um colírio com antibiótico e ficarei sem usar a lente por 7 ou 10 dias. 

Espero ter ajudado alguém que esteja entrando nesse mundo das lentes, e se ficou alguma dúvida estou à disposição para esclarecer!

Desculpem o post gigante!!!

Beijos e até já =*



quarta-feira, 4 de maio de 2016

Dica: Como fazer meias antiderrapantes em casa

Bom dia meus amores,

O frio chegou por aqui e o desespero também, já que as meias antiderrapantes do Gu do ano passado não estão mais servindo.

Dai que lembrei que no ano passado eu descobri a tinta Acripuff da Acrilex! 


Com ela, dá para fazer aquelas bolinhas (ou outro formato qualquer) de antiderrapante para as meias dos nossos filhotes e evitar gastos e que eles escorreguem.

Ano passado eu também comprei umas meias grandes para a época sem antiderrapante e estavam guardadas, dai usei elas.




É só pingar as gotinhas no solado da meia e esperar secar por 24 horas. 

Passado esse tempo, você deve aquecer com o secador (bem de pertinho) ou passar com ferro pelo lado avesso, que foi o que eu fiz. 




Pronto! É só usar!

Mas atenção:
- Faça as bolinhas espaçadas como nas fotos acima, pois depois elas duplicam de tamanho (veja foto abaixo).



E essa dica serve pra fazer meias de adultos também, sabe que estou pensando em fazer algumas pra mim também eheheh

E vocês gostaram da dica? Espero que sim =)

Beijos e até já =*


quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

A saga do sono do Gustavo

Oi minhas lindas,

E que tal falarmos da saga do sono do nossos pequenos?

Dai vocês devem se perguntar: porque saga? Porque aqui é uma saga desde que nasceu, uma luta constante e de todo dia. Eu disse que aqui é maternidade na real sem mostrar apenas as coisas boas, então senta que lá vem história!

O Gu sempre foi muito ativo desde à barriga, depois que nasceu não seria diferente né! Quando chegamos da maternidade ele simplesmente trocou o dia pela noite. E em uma bela noite de frio acordou de uma em uma hora a madrugada toda, deixando a mãe aqui em prantos de "o que eu estou fazendo de errado", e um pai tentando acalmar a mãe e o bebê e para o meu desespero maior conseguindo fazer ele dormir.



Foram noites mal dormidas, cheias de levanta, dá mama, põe no berço, deita e ele começa a chorar dali 5 minutos.

Fora que em julho quando ele estava com 1 mês fez um frio enorme aqui e ele não dormia. Daí eu paguei a língua com uma das coisas que disse que jamais faria, cama compartilhada. E foram 2 meses assim, é por incrível que parece ele dormia super bem ali. Mais eu não, acordava super preocupada de não ter rolado em cima dele, ou o pai, as vezes tinha pesadelos de que ele não estava ali.

Então resolvi voltar ele para o berço em seu quarto aos 3 meses quando o frio foi embora. Outra saga se iniciou, ele havia se acostumado a dormir com o papai e mamãe, e demorou a voltar dormir "bem" no seu próprio quarto.



Desde sempre ele acordou na madrugada para mamar, quando ainda mamava no peito eram mais vezes, tipo umas 3 por noite. Já com a mamadeira é apenas uma vez, mas tinham me dito que assim que ele começasse a tomar somente o LA com certeza dormiria melhor, sem resultados aqui.

Mais e a luta contra o sono, sim ele luta, contra o sono da tarde, e principalmente contra o sono da noite. Parece que se dormir vai perder momentos preciosos da vida, mais descansar é preciso. Adotamos a pratica de coloca-lo na cama dele e ficar ali do lado sem deixar ele descer até adormecer. Alguns dias esse processo leva 15 minutos, alguns dias leva 2 horas.



Ele não dorme antes das 22:00 de maneira nenhuma, nem mesmo eu o acordando as 6 da manhã, e ai que entra a luta, a saga do sono.

Admito que estou um pouco cansada desse processo mais sei que só vai melhorar com o tempo. Já percebi que alguns dias ele dorme a noite toda sem acordar para mamar, outros acorda e me chama do seu quarto, levo a mamadeira e ali ele pega no sono novamente, já outros dias ele vem pro nosso quarto e se levarmos ainda acordado pro seu é um chororo só, então espero ele dormir e devolvo pro seu quarto.



Sempre falo quando subimos dormir: filho vai pra sua cama no seu quartinho que é hora de dormir!

Acho importante ele reconhecer o quarto como espaço dele, e ele já sabe onde vai dormir, ou trocar a fralda a roupa. 

Espero que com o tempo a hora de dormir seja menos cansativa e mais fácil e rápida, e que ele comece a dormir a noite toda logo. Estou bem cansada dessa rotina de dorme acorda rs.

E por ai como é o sono dos pequenos? Quais procedimentos tomaram para melhorar o sono?

Beijos e até já =*