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quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

Um dia na nossa Rotina - 02/02/2017

Boa noite meus amores,

Temos vídeo novo no canal, e lá vocês vão poder acompanhar como é um dia nosso quando temos algo pra fazer fora de casa!


Espero que tenham curtido, se sim, dá um like e se inscrevam no canal vou amar!

Beijos e até já 💋


terça-feira, 10 de março de 2015

Crise do crescimento - 8 meses angústia ou separação

Boa tarde meninas,

Como estão? Por aqui acredito que estamos passando pela crise ou salto de crescimento dos 8 meses... Gu anda manhoso, sono todo desregulado, apetite estranho, só que ficar grudado na mamãe, ou seja, tá difícil, mais vai passar se Deus quiser...


Dai fui pesquisar mais sobre o assunto e vejam o que eu achei:

Oito meses: separação ou angústia

Essa crise acontece sempre no oitavo mês?
Não exatamente. Essa é a crise do terceiro trimestre. “Embora seja incomum, algumas crianças começam a dar sinais da crise com 6 ou 7 meses. Outras mostram sintomas de angústia com 9 meses. Mas na maioria dos casos isso acontece mesmo no oitavo mês”, explica o pediatra Leonardo Posternak, de São Paulo.

Por que os pediatras dizem que essa é a crise mais significativa de todas?
“Porque essa é a que dura mais tempo e o transtorno do sono é muito acentuado: a criança pode chegar a acordar 15 vezes durante a noite, desperta muito assustada, com um choro intenso. Alguns pais ficam tão assustados que pensam que a criança caiu do berço porque é um choro diferente, desesperado”, esclarece o pediatra Leonardo Posternak, de São Paulo.

Quanto tempo dura a crise da angústia?
Demora um pouco mais que as outras: três ou quatro semanas.

Os pais devem levar a criança para dormir na cama deles?
O ideal é que o bebê durma no seu berço ou carrinho desde os primeiros dias de vida. “Dormir na mesma cama se dá mais por ansiedade dos pais do que por necessidade dos bebês. E os pais não dormem tranquilamente, pois ficam com medo de sufocar o bebê. Sem contar que isso pode ocasionar um afastamento na vida conjugal”, explica Ana Paula Cargnelutti Venturini, mestre em psicologia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Além disso, segundo Ana Paula, a prática pode levar a criança a ficar muito dependente dos pais, buscando uma atenção cada vez maior.

Nessa fase, quando a criança chora de madrugada, é a mãe quem deve atender?
De preferência, sim. O pediatra Leonardo Posternak explica a razão: “Na fantasia do bebê, ele acha que, quando a mãe apaga a luz e fecha a porta, não volta nunca mais. Então, se ele chora durante a noite e é atendido pelo pai ou pela babá, acredita que a mãe não voltará mesmo”. A criança precisa passar por isso para ir entendendo que a presença da mãe pode ser seguida de ausências. “Nessa fase, é oportuno que não ocorram trocas dos cuidadores. Além de acordar assustado, o bebê pode reagir à presença de estranhos, chorando ou estranhando o colo”, reforça Ana Paula Cargnelutti Venturini, mestre em psicologia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. “A mãe deve tentar acalmá-lo no próprio berço para não alterar substancialmente sua rotina”, ela sugere.

Quais os sintomas da crise da angústia?
Basicamente os mesmos das outras crises: alteração do sono, perda de apetite e agitação. “O sono é o que mais perturba. Além disso, a criança come muito mal, pior do que nas outras fases. E às vezes faz até pequenas greves de fome”, comenta o pediatra Leonardo Posternak, de São Paulo.

Qual a importância do objeto de transição nessa fase?
Nesse período de angústia, a criança começa a se apegar a algum objeto: pode ser um paninho, uma chupeta específica, um brinquedo. “Esse objeto representa a mãe, e é bom que ela brinque com o ursinho, por exemplo, que dê beijo, que deixe nele o seu cheiro. Isso vai ajudá-la a entender que à noite as coisas não desaparecem. A mãe pode sumir, mas o objeto continua ali e vai estar com ele quando acordar. Isso ajuda a criança a entender que esse afastamento não é uma perda”, ensina o pediatra Leonardo Posternak, de São Paulo.

Como ajudar a criança a escolher o objeto de transição?
Os pais não precisam se preocupar em estimular a escolha, que é feita naturalmente pelo bebê. “É importante que o objeto resista às agressões da criança e que ela mesma o reconstrua. A mãe não deve lavá-lo nem tentar consertá-lo”, explica Ana Paula Cargnelutti Venturini, mestre em psicologia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Fonte: http://bebe.abril.com.br/materia/as-quatro-crises-do-crescimento-dos-bebes

E por ai tiveram essa crise? Como foi? E as futuras mamães o que acham?

Beijos e abraços


sábado, 7 de março de 2015

Ser mãe...

Boa noite meninas!

Faz tempo desde a ultima vez que estive por aqui e quero ver se volto a postar diariamente! Aqui meu pequeno já vai completar 9 meses e temos aprendido muito com ele, mais acima de tudo ele tem me ensinado a ser mãe.

Ser mãe é se preocupar a cada segundo com seu "coração fora do corpo", não importando onde estejamos ou o que estaremos fazendo. Ser mãe é renunciar a carreira ou continuar nela mesmo que isso doa, e acreditem nada é pior para quem precisa voltar ao trabalho do que ouvir que deveria sair e cuidar do bebe somente.

Eu mesma sofri com minha escolha que foi a de ficar em casa com ele até que ele complete um ano e meio ou dois, ainda estamos analisando. Foi tudo planejado durante a gravidez, mais ouvi muito "você é louca de largar sua carreira, seu emprego, seu salario..."!

Eu não me arrepende nenhum segundo da escolha que fiz, e peço que todas as pessoas antes de julgarem a decisão de uma mãe se coloquem em seu lugar... palavras doem mais que um tapa na cara.

Então eu peço RESPEITO e COMPAIXÃO!

Enfim SER MÃE É MARAVILHOSO!!!

Beijos e tenham um abençoado domingo!


terça-feira, 6 de novembro de 2012

Ácido fólico - quando começar a tomar

Bom dia meninas e meninos,

Como eu comentei no post sobre hipotireoidismo, fui fazer alguns exames. Dentre eles fui a minha ginecologista  Estava atrasada há 2 meses e comecei a desconfiar dos meus hormônios, porque o hipotireoidismo desregula legal o organismo.

Foi ai que ela se lembrou que parei com o remédio há uns 3 meses, já que tomei por um longo período, e que ela não havia me passado nenhum exame para que nos preparássemos para uma gravidez.

Fiz exame de sangue, vou fazer um ultrassom para ver se está tudo ok com os ovários. E nesse meio tempo ela me passou ácido fólico para tomar, todos os dias.

Então resolvi pesquisar um pouco mais sobre o assunto e achei um artigo bem legal no site Guia do bebe.

Crédito da imagem: Aqui

Ácido fólico antes da gravidez: seu nenê vai precisar

Toda mulher que deseja ter um filho precisa redobrar a atenção para a sua alimentação e hábitos. Os cuidados com a gravidez devem ser tomados antes mesmo da mamãe estar grávida. Um bom planejamento para os próximos nove meses diminui, e muito, as chances de alguma alteração congênita no bebê.
Portanto, saber o que comer neste período é fundamental. Digo isso porque toda futura mamãe precisa guardar esse nome na agenda: Ácido Fólico, que é uma vitamina do complexo B presente no espinafre, aspargo, brócolis, vegetais de folhas verde-escuras, fígado, frutas cítricas e gema de ovo.
A deficiência de ácido fólico na alimentação da mamãe pode causar uma má-formação do tubo neural do bebê que está começando o seu crescimento e desenvolvimento dentro da barriga.
O tubo neural é formado logo no primeiro mês da gestação e é o sistema nervoso primitivo do feto. Ele se desenvolverá para a formação do cérebro e da medula espinhal do bebê.
Pois bem. Sem o ácido fólico o tubo neural pode não se fechar completamente, causando alterações como anencefalia, quando o bebê nasce com uma pequena parte ou mesmo com ausência de cérebro levando a morte poucos dias depois do nascimento, ou espinha bífida, que é a exposição da medula espinhal e que deixa seqüelas de graus variados.
Estudos mostram que a ingestão de ácido fólico três meses antes de a mulher engravidar e três meses depois da fecundação previne em mais da metade as chances do bebê vir a apresentar alterações do tubo neural.
Essa deficiência é um dos problemas que podem ser evitados antes mesmo do início da gravidez.
Lembrete - Não adianta ingerir a vitamina quando a mamãe descobre que está grávida. Normalmente quando se descobre a gestação, o tubo neural já se formou e não há mais tempo do ácido fólico agir.
Uma mamãe bem atenta e cuidadosa, que consulta seu médico antes de engravidar e recebe todas as orientações do pré-natal, pode reduzir os riscos do seu bebê nascer com algum tipo de problema.
Reforço de ácido fólico - Por vezes, só a alimentação não oferece a quantidade suficiente de ácido fólico que a mulher precisa ingerir diariamente, pois o cozimento dos alimentos diminui a ação da vitamina. Os médicos recomendam uma suplementação para que a dose recomendada de ácido fólico seja ingerida pela futura mamãe.
A quantidade indicada pela Organização Mundial da Saúde e defendida pelos médicos é de 0,4 miligrama por dia de ácido fólico para a prevenção de ocorrência dos defeitos do tubo neural. As mamães que já tiveram um filho com algum tipo de alteração do tubo neural merecem dose extra de ingestão dessa vitamina.
O ácido fólico previne outras alterações também como doenças do coração, do trato urinário e fissura lábio-palatina. Para a mamãe, a vitamina traz benefícios como prevenir doenças cardíacas, certos tipos de câncer e anemia.
A prevenção é o melhor caminho. Planejar uma gravidez é um ato de amor que você, futura mamãe, faz para que o seu “quase” bebê possa crescer e se desenvolver de forma adequada.
Dicas
Antes de tomar qualquer medicação consulte seu médico.
Se já tem histórico na família de defeito no tubo neural, além do ácido fólico, é recomendado o aconselhamento genético antes da gravidez.
Uma alimentação saudável e balanceada é sempre um bom começo para qualquer gestação.

Meninas o texto é grande mais importante vale a pena ler. Mamães vocês tomaram? Futuras mamães já estão tomando?
Beijos e tenham uma maravilhosa terça-feira =*