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terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

Ficar em casa para cuidar dos filhos: A Realidade

Bom dia meninas,

Hoje resolvi falar sobre a minha realidade em deixar o emprego para cuidar do Gustavo. Então senta que lá vem a história.

Quando engravidei minha ideia era retornar ao trabalho após a licença maternidade, mais logo no terceiro ou quarto mês de gestação, marido e eu decidimos que o melhor para nós seria que eu ficasse em casa para cuidar do bebê até ao menos um ano de vida.



Então nos preparamos financeiramente, e eu meio que me preparei psicologicamente para abandonar minha carreira por um tempo. Sai de licença maternidade ainda pensando em voltar ou não - sim tínhamos decidido que era melhor ficar em casa, mas na minha cabeça abandonar minha carreira ainda me deixava meio mal - quando o Gú nasceu não tive duvida de que queria cuidar dele o máximo que pudesse, e assim sai do emprego.

Os primeiros meses tive muita ajuda da minha mãe e marido, e quando o bebê é pequeno ele precisa de você 100% do tempo e você acaba cuidando quase que exclusivamente dele, sim cansava mais era um cansaço diferente.



Conforme o tempo vai passando o Gu foi crescendo e ganhando certa independência, e ai as "crises existenciais" de mãe começaram por aqui. Comecei a me sentir sobrecarregada, afinal tinha que fazer todo o trabalho de casa e ainda correr atrás dele, e dar mais e mais atenção.

Entendam não estou reclamando, eu amo ficar em casa com ele, mas aqui eu gosto de mostrar a realidade, e ela nem sempre é linda. Eu comecei a ficar pirada, porque quanto mais ele cresce mais arteiro fica, mais desobedece, faz birras,

E como fica o meu psicológico? Bem doido, me culpo muitas vezes do que estou fazendo errado, se realmente sou uma boa mãe. No fundo sei que sou, mais as vezes essa neura bate.

Agradeço a Deus por ter pessoas especiais que me ajudam a enfrentar os dias que estão mais difíceis, que me mantem firme.

Hoje o Gu está com 1 ano e sete meses, estou procurando emprego, e ontem fui conhecer uma escolinha aqui para se der certo deixar ele. Mas isso é assunto para outro post.



E vocês como se sentem? Estão em casa? Voltaram a trabalhar? Como está sendo a experiencia?

Beijos e até já =* 


segunda-feira, 13 de julho de 2015

O Aniversário! Doces e salgados

Boa noite gente!

Hoje vou deixar as fotos dos comes e bebes da festa... os salgados nós compramos em uma padaria maravilhosa aqui da cidade.

Alugamos 3 rechauds, e íamos repondo os salgados conforme acabavam.

O bolo também foi comprado com uma maravilhosa boleira da cidade vizinha... Os doces foram feitos por mim e pela vovó materna Dore.

Os doces também iam sendo repostos na mesa conforme iam acabando após o parabéns!

Espero que gostem:

Os enfeites são de pasta americana, feitos por nós!





















E ai o que acharam?

Beijos e até mais =*


segunda-feira, 6 de julho de 2015

O Aniversário! Convite e Lembranças

Olá minhas lindas,

Conforme prometi vou voltar aos poucos... hoje vou falar um pouco do que eu fiz pro aniversário do Gú.

Bom resolvi colocar a mão na massa e fazer todas as lembrancinhas, o convite, os doces... só compramos salgados, alugamos decoração e a chácara.

Vou mostrar o convite e as lembranças hoje.

Pesquisei muito na internet, guardei inspirações e fiz tudo que consegui, tive ajuda das dindas e da vovó materna do Gú.

O convite ficou assim:



Eu fiz a arte e imprimimos em casa mesmo, a coroa é aplique em EVA brilhante e dei um lacinho pra fechar.


As lembranças ficaram assim:

 
Pedi uma estante para a decoradora, assim conseguimos colocar algumas lembranças e ir repondo conforme iam acabando.

Tubetes em forma de aviões e garafinhas como principes, enchi com balinhas,

Essas coroas de acrílico foram feitas apenas para avós, madrinhas e tias do Gú, Continham um pequeno príncipe em biscuit. E a das bisavós tinha um pão de mel. E ao lado a marmitinha com guloseimas e imã de geladeira.


O centro de mesa era em EVA, com uma foto do smash de cake, também pode ser levado pelas pessoas como lembrança,


Porta bombons para os adultos, fiz em 3 figuras: Pequeno Príncipe, Raposa e Ovelha.




Teve um CD com a retrospectiva do Gú + o 1º filme do Pequeno Príncipe.

Imã que estava nas marmitinhas, e tinha alguns a mais!

Montamos o livrinho de colorir, esse está sem o mini giz de cera que coloquei para as crianças.

Era mais ou menos assim, só que esse giz era só pro Gustavo, o dos convidados era um pequeno, não tiramos foto!
Era esse giz de cera!



A sacolinha eu também personalizei, nela tinha: um avião, uma garrafinha, uma marmitinha e um kit colorir.

E ai gostaram? Qualquer duvida é só perguntar!

Estou fazendo para vender também, desenvolvo no tema!

Beijos =*


terça-feira, 10 de março de 2015

Crise do crescimento - 8 meses angústia ou separação

Boa tarde meninas,

Como estão? Por aqui acredito que estamos passando pela crise ou salto de crescimento dos 8 meses... Gu anda manhoso, sono todo desregulado, apetite estranho, só que ficar grudado na mamãe, ou seja, tá difícil, mais vai passar se Deus quiser...


Dai fui pesquisar mais sobre o assunto e vejam o que eu achei:

Oito meses: separação ou angústia

Essa crise acontece sempre no oitavo mês?
Não exatamente. Essa é a crise do terceiro trimestre. “Embora seja incomum, algumas crianças começam a dar sinais da crise com 6 ou 7 meses. Outras mostram sintomas de angústia com 9 meses. Mas na maioria dos casos isso acontece mesmo no oitavo mês”, explica o pediatra Leonardo Posternak, de São Paulo.

Por que os pediatras dizem que essa é a crise mais significativa de todas?
“Porque essa é a que dura mais tempo e o transtorno do sono é muito acentuado: a criança pode chegar a acordar 15 vezes durante a noite, desperta muito assustada, com um choro intenso. Alguns pais ficam tão assustados que pensam que a criança caiu do berço porque é um choro diferente, desesperado”, esclarece o pediatra Leonardo Posternak, de São Paulo.

Quanto tempo dura a crise da angústia?
Demora um pouco mais que as outras: três ou quatro semanas.

Os pais devem levar a criança para dormir na cama deles?
O ideal é que o bebê durma no seu berço ou carrinho desde os primeiros dias de vida. “Dormir na mesma cama se dá mais por ansiedade dos pais do que por necessidade dos bebês. E os pais não dormem tranquilamente, pois ficam com medo de sufocar o bebê. Sem contar que isso pode ocasionar um afastamento na vida conjugal”, explica Ana Paula Cargnelutti Venturini, mestre em psicologia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Além disso, segundo Ana Paula, a prática pode levar a criança a ficar muito dependente dos pais, buscando uma atenção cada vez maior.

Nessa fase, quando a criança chora de madrugada, é a mãe quem deve atender?
De preferência, sim. O pediatra Leonardo Posternak explica a razão: “Na fantasia do bebê, ele acha que, quando a mãe apaga a luz e fecha a porta, não volta nunca mais. Então, se ele chora durante a noite e é atendido pelo pai ou pela babá, acredita que a mãe não voltará mesmo”. A criança precisa passar por isso para ir entendendo que a presença da mãe pode ser seguida de ausências. “Nessa fase, é oportuno que não ocorram trocas dos cuidadores. Além de acordar assustado, o bebê pode reagir à presença de estranhos, chorando ou estranhando o colo”, reforça Ana Paula Cargnelutti Venturini, mestre em psicologia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. “A mãe deve tentar acalmá-lo no próprio berço para não alterar substancialmente sua rotina”, ela sugere.

Quais os sintomas da crise da angústia?
Basicamente os mesmos das outras crises: alteração do sono, perda de apetite e agitação. “O sono é o que mais perturba. Além disso, a criança come muito mal, pior do que nas outras fases. E às vezes faz até pequenas greves de fome”, comenta o pediatra Leonardo Posternak, de São Paulo.

Qual a importância do objeto de transição nessa fase?
Nesse período de angústia, a criança começa a se apegar a algum objeto: pode ser um paninho, uma chupeta específica, um brinquedo. “Esse objeto representa a mãe, e é bom que ela brinque com o ursinho, por exemplo, que dê beijo, que deixe nele o seu cheiro. Isso vai ajudá-la a entender que à noite as coisas não desaparecem. A mãe pode sumir, mas o objeto continua ali e vai estar com ele quando acordar. Isso ajuda a criança a entender que esse afastamento não é uma perda”, ensina o pediatra Leonardo Posternak, de São Paulo.

Como ajudar a criança a escolher o objeto de transição?
Os pais não precisam se preocupar em estimular a escolha, que é feita naturalmente pelo bebê. “É importante que o objeto resista às agressões da criança e que ela mesma o reconstrua. A mãe não deve lavá-lo nem tentar consertá-lo”, explica Ana Paula Cargnelutti Venturini, mestre em psicologia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Fonte: http://bebe.abril.com.br/materia/as-quatro-crises-do-crescimento-dos-bebes

E por ai tiveram essa crise? Como foi? E as futuras mamães o que acham?

Beijos e abraços


quinta-feira, 9 de outubro de 2014

Blogagem Coletiva: Como foi a decisão sobre ter ou não filhos (Casei e Agora?)

Boa tarde meninas,

Super hiper mega atrasada nas postagens mais ai vai...

Hoje é dia da blogagem que a Manu escolheu, sobre como foi a decisão de ter ou não filhos.

Nós estamos juntos há quase 15 anos, e sempre tivemos muita liberdade na casa dos meus pais... na verdade já eramos praticamente "casados".

Eu sempre quis ser mãe, era um sonho de criança, e ele já falava de ser pai, e nós sempre concordamos que queríamos 2.

Quando nos casamos já pensamos que em 1 ano queríamos começar a tentar um bebê pra completar nossa vida, então eu já parei o anticoncepcional. o ano se passou e eu não engravidei, então fomos procurar ajuda. Minha GO nos indicou um médico especialista, fizemos muitos exames, descobri que tenho ovários micropolicisticos, marido tinha contagem reduzida de esperma, então teriamos que começar um tratamento, mais antes ainda tinham vários exames... foi então que eu desencanei, e quando percebemos tava grávida... o resto contei nesse post: A grande descoberta.










Beijos =*