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segunda-feira, 15 de agosto de 2016

2 anos e 2 meses de Gustavo

Boa tarde pessoal,

Eu sei sumi, mas aconteceu tantas coisas, e o Gu ficou doentinho, realmente não tive tempo. Mais agora estou voltando pra ficar prometo que dessa vez é pra valer!

E vou começar hoje com a pesquisa sobre os 2 anos e 2 meses, meus comentários estarão em vermelho...



Criança em crescimento


Nesta fase, as crianças geralmente conseguem usar cerca de 50 palavras, construir frases simples e obedecer a instruções como "pega seu sapato e traz aqui para a mamãe colocar". 

É provável que você só entenda metade do que seu filho diz, mas não fique preocupada, porque tudo o que ele fala só será realmente claro por volta dos 4 anos. Crianças menores tendem a confundir pronomes e por isso costumam evitá-los, falando somente "imão pegô", em vez de "meu irmão pegou". 

A partir do segundo aniversário, as crianças perdem ainda mais aquela aparência cheinha de bebê. A cabeça passa a crescer mais devagar, enquanto membros e tronco se alongam, tornando as proporções do corpo mais parecidas com as dos adultos. 

O que ocorre é uma desaceleração considerável nos ganhos de peso e altura em relação ao primeiro ano de vida, e muitos pais têm a impressão de que os filhos se alimentam pior do que quando tinham menos de 1 ano. 

Procure não esquentar demais se seu filho não estiver comendo muito, mas continue a oferecer uma variedade de alimentos saudáveis, porque o pouquinho que ele ingerir já estará fazendo bem. 

Gustavo anda super tagarela, fala do dia todo e a mamãe tenta entender tudo, algumas coisas eu até consigo decifrar! Está uma delicia de fase, falante e ama aprender novas palavras!

Ele realmente tem comido menos do que antes, mais tem crescido muito e ganhado peso dentro do normal! Por aqui legumes eu coloco camuflado nas comidas que ele gosta!



Desenvolvimento físico: energia e independência

Com o andar firme e os passos mais equilibrados, seu filho já tem o caminhar mais parecido com o dos adultos, fazendo um movimento com os pés apoiados primeiro no calcanhar e depois nos dedos. Isso possibilita que ele tenha mais habilidade para correr, pular e jogar bola -- ótimas maneiras de gastar um pouco daquela aparentemente inesgotável energia. 


Procure reservar um tempinho todos os dias para que ele realmente possa brincar fora de casa (ou do apartamento), em atividades ao ar livre que envolvam esforço físico. A movimentação do corpo ajuda a criar força e a melhorar a coordenação motora. 

Essa coordenação também é essencial para os cuidados com a higiene que a criança começa a querer tomar conta por si só, como a escovação dos dentes e a lavagem das mãos. Por mais molhação que aqueles poucos minutinhos no banheiro causem, tente se conter e deixar que ela pratique um pouco, já que estes são importantes marcos de independência. 


E a energia aqui é inesgotável, mais percebo que quando ele corre mais dorme melhor depois.


Ele ama escovar os próprios dentes (depois a mamãe revisa a escovação), e já lava as mãos também, lógico que tudo com muita bagunça!


Destro ou canhoto?


No último ano, talvez você tenha notado uma certa preferência por uma mão ou outra, mas é daqui para a frente que o uso de uma delas será mais contínuo e ficará mais fácil de saber se seu filho é destro ou canhoto. 

Na dúvida, você pode segurar um brinquedo a uma certa distância e observar qual das mãozinhas ele usará para pegá-lo. Outro truque é reparar com qual delas ele segura a colher para comer. A mão dominante geralmente é mais forte e hábil. 

Uma minoria de crianças permanece ambidestra, ou seja, utiliza ambas as mãos igualmente, até um pouco mais tarde. Há ainda as que usam a mão dominante para se alimentar e escrever, porém a outra para jogar ou chutar uma bola. 

Essa é uma herança basicamente genética. Somente 10% das pessoas são canhotas, mas, se pai e mãe forem, a chance de o filho ser também aumenta para de 50%. 

O importante é não tentar mudar a preferência nata da criança, o que pode causar muita frustração e aborrecimentos, além de problemas futuros na escola. 


Por aqui ainda não percebi preferencia por alguma mão em especifico, geralmente percebo ele usando mais a direita, e para chutar bola as duas pernas, mais vou começar a prestar mais atenção a isso!



Desenvolvimento da linguagem: sinais de alerta

Nem toda criança de 2 anos conversa de forma clara, usando frases completas. Algumas se valem de gestos ou de palavras bem básicas por meses a fio, enquanto outras até que falam, mas de um jeito que só mamãe e papai conseguem entender. A princípio não há motivo de alarme em ambos os casos, apenas mantenha a atenção para ajudar ao longo deste complexo processo. 

Problemas de pronúncia são bastante normais (sendo a troca do r pelo l um dos mais comuns), assim como a troca de palavras na pressa de falar rápido e até gagueira, e geralmente nem requerem a intervenção de fonoaudiólogos. 

Procure ajuda especializada se seu filho: 

  • Quase não falar nada
  • Não imitar a linguagem dos outros
  • Nunca fizer perguntas como "Qué isso?" ou não parecer frustrado por não ser compreendido.

Como eu disse temos um tagarela e super curioso aqui, tudo ele pergunta "que isso?", acho lindinho e quando dizemos ele tenta falar a palavra, geralmente sai da maneira dele mais certinho!




Então temos por aqui uma criança arteira, curiosa, que ama Peppa e Luna. 

Ama tocar bateria, e agora já imita os bateristas dos vídeos que assiste.

Ama jogar futebol. 

Torce com o papai e grita "gol do timão"

Todo dia aprende e nos ensina algo.

Está cada dia mais falante e imitador.


E por ai quais as novidades?

Grande beijo e até já =*


segunda-feira, 6 de junho de 2016

Adolescência do bebê: a terrível crise dos 2 anos

Boa tarde meus amores,

Por aqui estamos chegando aos 2 aninhos e junto com a alegria do segundo aninho chegou a Terrible Twos ou A Terrível crise dos 2 anos.

Gustavo faz birras por nada, se joga no chão, não quer ser contrariado, chora como se estivesse tendo um treco, e acaba com a paciência dos pais.

Já tentamos de tudo, e o que tem resolvido é ignorar quando as birras começam.

Mais eu decidi pesquisar um pouco mais sobre essa fase tão complicada nas nossas vidas, e achei uma matéria que lista 10 coisas que toda mãe deve saber sobre o temível Terrible Twos.


Adolescência do bebê: a terrível crise dos 2 anos 

O fenômeno é comum e tem até nome: adolescência do bebê. É quando a criança se dá conta de que é um indivíduo e luta para conquistar o seu espaço – gritando, batendo nos outros ou se jogando no chão. Cabe aos pais ter muita calma, paciência e ensinar que esse comportamento não leva a nada. Em outras palavras, estabelecer limites. Para ajudá-la a lidar com essa situação tão complicada, conversamos com a psicopedagoga Larissa Fonseca, de São Paulo.

1. O que é a chamada “adolescência do bebê”?
A adolescência do bebê, primeira adolescência ou o famoso “terrible twos” – terríveis dois anos, em inglês –, é a fase em que a criança passa a se comportar de modo opositivo às solicitações dos pais. De repente, a criança que outrora era tida como obediente e tranquila passa a berrar e espernear diante de qualquer contrariedade. Bate, debate-se, atira o que estiver à mão e choraminga cada vez que solicita algo. Diz não para tudo, resiste em seguir qualquer orientação, a aceitar com tranquilidade as decisões dos pais, para trocar uma roupa, sair de um local ou guardar um brinquedo. Para completar, não atende aos pedidos e parece ser sempre do contra.

2. Esse comportamento é comum em qual idade?
Normalmente, acontece a partir de 1 ano e meio até os 3 anos de idade.

3. Existe alguma causa?
A causa para esse período é simplesmente o próprio desenvolvimento natural da criança. A fase dos 2 anos de idade é um período de grandes mudanças para ela. Até então, o pequeno seguia os modelos e as decisões dos pais. Gradualmente, ele passa a se perceber como indivíduo, com desejos e opiniões próprias, e isso gera uma enorme necessidade de tomar decisões e fazer escolhas por si. Sem dúvida, isso acaba gerando uma grande resistência em seguir os pedidos dos pais. Não é exatamente uma ação consciente da criança, mas uma tentativa de atender a esse desejo interior, a essa descoberta de si como um ser independente dos pais. No entanto, ao mesmo tempo em que ela quer tomar suas decisões, ainda tem muitas dificuldades para fazê-lo, dado que ainda não tem maturidade suficiente. Ela discorda até dela mesma! Se você pergunta o que ela quer comer, naturalmente ela responderá: “Macarrão”. Mas, quando você chega com o prato de comida, ela diz: “Eu não quero isso!” Suponha que você está com pressa para ir a algum lugar. Seu filho está de ótimo humor até você dizer: “Preciso que você entre no carro agora”. Ele fará tudo, menos atender a sua solicitação. É uma fase difícil para os pais e também para os pequenos. É uma experiência intensa emocionalmente e repleta de conflitos, pois, ao mesmo tempo em que a criança busca essa identidade, ela não quer desagradar seus pais — por mais que isso não pareça possível.

4. Existe alguma maneira de evitar que o bebê passe por isso?
Não há a necessidade de tentar evitar esse período e nem há como fazê-lo. O importante é conhecer e lidar de modo construtivo com essa fase dos pequenos.

5. Todas as crianças passam por isso?
Não é uma regra. Algumas crianças demonstram essas características mais intensamente do que outras.

6. Como agir quando a criança se joga no chão e grita em um lugar público, como o supermercado ou o shopping?
Primeiramente, descarte palmadas, tapas, puxões de orelha ou qualquer outro comportamento agressivo para tentar conter uma birra. Antes de sair, converse com o seu filho e o contextualize sobre o passeio. Se for supermercado, por exemplo, diga como espera que ele aja, o que ele poderá pegar para si etc. Se forem a um restaurante, faça o mesmo, explique aonde vão, como espera que a criança se comporte e as consequências para o seu mau comportamento. Jamais ceda às manipulações, como choros, pedidos de ajuda e reclamação de possíveis desconfortos. Avise-o de que só vai conversar depois que ele se acalmar. Opte por disciplinar a criança após a birra, que é o momento em que ela está colocando para fora sua frustração e seu descontentamento. Após ela parar de fazer a birra, você se abaixa para conversar. É sempre muito importante que a criança compreenda o que fez e o porquê de sua ação. Evite dar broncas e repreender seu filho na frente de outras pessoas para que ele não se sinta constrangido e você também. Uma dica bacana para mudar o foco da birra é chamar a atenção da criança para outra situação. Mostre um objeto ou comece a falar de outro assunto. Ignorar a birra costuma dar ótimos resultados. Em lugares públicos, se a birra persistir e você estiver se sentindo constrangida, tire o seu filho do ambiente sem demonstrar irritação e sem conversar. Sua atitude mostrará desaprovação.

7. O que fazer quando o pequeno bate nas pessoas quando é contrariado?
Esse “bater” normalmente é a expressão do seu descontentamento, o que, no caso, não é aceitável. É importante ressaltar que as crianças, assim como nós, adultos, também ficam bravas, tristes, frustradas e chateadas — isso é natural do ser humano. Ao longo da vida, ela vai se deparar com diversas situações que despertarão esses sentimentos nelas e a infância é a melhor fase para aprender a lidar com esses sentimentos inevitáveis. Assim, se quiserem contribuir de modo positivo com o desenvolvimento emocional e psicológico dos pequenos, os pais devem parar de tentar poupá-los de situações frustrantes e passar a explicar esses sentimentos, apontando caminhos para que consigam lidar com eles. A criança não nasce sabendo lidar com seus sentimentos, ela testa suas ações e vai construindo seus modos de agir.
Quando ela bate em alguém, imediatamente deve ser contida e, em seguida, os pais devem abaixar-se na altura da criança, olhar fixo em seus olhos e com voz firme conversar que entendem que o pequeno esteja bravo, mas que sua atitude é inaceitável. Explique que, se aquilo voltar a acontecer, haverá consequências negativas para ela, citando quais serão. Lembre-se de que essas consequências deverão ser algo possível de ser feito porque, se a criança repetir o comportamento desaprovado, você deverá cumprir o que falou.

8. E quando a criança bate com a cabeça na parede ou faz coisas para se machucar porque ouviu um “não”?
Em geral, as crianças recorrem a esse tipo de autoagressão como mais uma tentativa de conseguir a atenção dos adultos e, quase sempre, conseguem porque descobrem que esse comportamento provoca comoção nos pais. Por mais que possa preocupar, os pais devem manter a ideia de que “sem plateia não há show”. O ideal é conter a ação da criança sem dar atenção ou demonstrar comoção pela atitude. Você pode, por exemplo, colocar um travesseiro ou uma almofada embaixo da cabeça dele e sair de perto, ou tire o pequeno do local onde está sem conversar e coloque-o em um ambiente mais seguro. Sem conseguir chamar sua atenção com a autoagressão, a criança vai buscar outras possibilidades, como apagar e acender a luz, ligar e desligar equipamentos eletrônicos etc. Só fique atenta para a possibilidade de esse comportamento estar refletindo algum problema emocional, que, aí sim, merece a atenção dos pais.
Se a criança começar a apresentar comportamentos autodestrutivos, como se arranhar, bater em sua cabeça e puxar os cabelos, frequentemente em situações cotidianas, vale a pena consultar um especialista porque isso pode indicar uma tentativa da criança de evitar o contato com algo que esteja lhe causando angústia.

Fonte: Aqui

Bom pelo que percebi o negocio é ter paciência, calma e rezar que tudo vai passar com o tempo!!!

E por ai como estão todas?

Beijos e até já =*

sexta-feira, 13 de maio de 2016

1 ano e 11 meses ou 23 meses de Gustavo

Boa noite meninas e meninos,

E hoje meu pequeno completa 1 ano e 11 meses ou 23 meses, está chegando o #gúfaz2!

Então o post é como de costume sobre o desenvolvimento do Gu, fui pesquisar sobre a nova fase que vamos entrar e já estamos passando, tem muita informação legal, e meus comentários estarão de vermelho.


Como seu filho está crescendo

Prestes a completar 2 anos, seu filho provavelmente canta partes de músicas e já pode falar frases com até três palavras. Algumas crianças com alma de artista conseguem copiar algo como círculos e traçar desenhos com linhas, mas não se preocupe se tudo parecer somente um grande rabisco para você. O importante é estimular a coordenação motora, tendo à disposição bastante papel e giz de cera (melhor do que lápis ou canetas nesta fase). 

Aproveite para brincar com objetos de tamanhos diferentes agora que ele começa a entender o conceito de opostos, como alto e baixo e pequeno e grande. 

Converse o mais que puder em casa, porque assim será mais fácil identificar algum déficit de fala ou audição. Na dúvida, mencione para o pediatra na próxima consulta, já que sessões de fonoaudiologia podem ser bem eficazes para corrigir problemas em crianças pequenas. 

O Gu é bem preguiçoso pra falar, na verdade ele fala muito mais enroladinho ainda, isso é uma coisa que quero falar com o pediatra na próxima consulta! Mais ele solta palavras certinhas, pede o que quer, imita, então acredito que ele está no tempo dele!!!
Converso com ele o dia todo o máximo possível, ensino novas coisas, temos brincado muito com coisas que estimulem a coordenação motora dele. E muitos desenhos com giz de cera estão rolando aqui, nós amamos!!! 






Sua vida: paciência na hora do sono

A esta altura, muitos pais decidem transferir os filhos do berço para uma cama maior, temendo que eles possam pular sozinhos para fora. 

Arme-se de paciência e tenha em mente que essa transição pode ser difícil por um tempinho. A liberdade de sair da cama por conta própria leva a muitas idas e vindas atrás dos pais e, com frequência, a visitas noturnas à cama deles. Isso passa, mas vale a pena tentar estabelecer uma rotina e bons hábitos de dormir para esta nova fase. 

Gu dorme na caminha dele desde 1 ano, e sim temos visitas quase todas as noites ahah



Mas que vermelho é esse na pele?

Quanto mais estiver perto de outras crianças e brincar, maior as chances de o seu filho aparecer com alguma erupção na pele. 

Algumas delas, como no caso da roséola, vêm acompanhadas de febre alta, enquanto outras, como quando se trata de catapora, podem deixar as crianças mais inapetentes e molinhas. Fique atenta aos sintomas e certifique-se de saber quais são os sinais de uma doença mais séria, como a meningite, por exemplo. 

Não tenha vergonha de ligar para o pediatra a qualquer hora do dia ou da noite para pedir orientação se estiver preocupada ou, se preferir, procure direto um pronto-socorro. 

Não passamos por nada disso por enquanto graças a Deus!

Desenvolvimento físico: brincando de se vestir

À medida que se aproxima dos 2 anos, seu filho começa a demonstrar interesse em pôr e tirar as próprias roupas. Camisetas folgadas, casacos, jaquetas e pijamas de zíper são os itens mais fáceis para praticar. Muitas crianças gostam de brincar com as roupas também, então facilite a sua vida e já separe peças como chapéus ou lenços velhos para deixar à disposição. 

Outra novidade é que agora ele já consegue abaixar para pegar alguma coisa sem ter que agachar. Ele vai tentar ficar de pé na ponta dos pés e pular tirando os dois pés do chão. Prepare também o coração para as inúmeras subidas e descidas de escadas sem que seu filho queira ajuda nenhuma (mais uma maneira de provar o gostinho da independência). 

Pronto isso tudo define o Gu nesse momento... ele ama tentar tirar e colocar as próprias roupas, e eu sempre estimulo a isso! 
Pular tirando os dois pés do chão virou a nova sensação de brincar, ele repete inúmeras vezes e ri em todas, eu babo.
Subir e querer descer a escada sem ajuda é normal há um mês mais ou menos, e tem nos tirado o sono, porque agora ele descobriu como abre o portão da escada!




Cérebro afiado

Com 1 ano e 11 meses, muitas crianças têm maturidade cerebral e coordenação motora para montar um quebra-cabeça de três a seis pecinhas (daqueles bem básicos de madeira para encaixar animais ou formas, por exemplo). Algumas já esboçam desenhos de círculos (sem muita definição da forma, claro) e linhas verticais e horizontais. 

Incentive o desenvolvimento dessas habilidades tendo à mão giz de cera e tinta (use sempre materiais apropriados para crianças e com selo de qualidade do Inmetro) para fazer arte. Participe das brincadeiras escrevendo e desenhando também, assim seu filho assistirá e terá vontade de copiá-la. 

Outras atividades que exercitam a comunicação do cérebro com as mãos incluem encher e esvaziar vasilhas de água, medir e colocar a comida do cachorrinho no prato dele ou amassar massinha (vale também massa de pão de verdade) para fazer bolas ou minhocas. É bem provável que a criança se molhe ou se suje, mas os ganhos compensam. 

Não tenho muito com que me preocupar nesse sentido, temos feitos muitas atividades para estimular a coordenação!
Ele já monta um quebra-cabeças de 4 pecas e encaixa as peças em cima dele com facilidade, adora desenhar e ainda mais de estou desenhando junto!
Gostei da ideia da massinha, vou tentar já!!!





Desenvolvimento emotivo e social: imitando crianças maiores

A partir de agora, seu filho demonstrará mais interesse em brincar com outras crianças e imitá-las. Se tiver irmãos mais velhos, não se surpreenda de vê-lo seguindo o irmão ou irmã o dia inteiro. Ele vai tentar fazer a cesta no basquete ou ninar a boneca do mesmo jeito, e poderá tentar conquistar o amor do irmão oferecendo sua própria bolacha ou algum outro "bem" de grande valor. 

Caso esteja grávida de novo, os especialistas recomendam contar à criança sobre o bebê com, no máximo, três ou quatro meses de antecedência. Nessa altura, sua barriga já terá crescido e o nascimento não estará tão longe assim para uma criança que ainda não entende direito o conceito de futuro. 

Percebo que quando tem crianças mais velhas o Gu imita mesmo elas, até no que não achamos que deva imitar, por exemplo uma arte, uma briga... quando isso acontece chamamos ele e dizemos que aquilo não é certo e não pode ser feito. Quando ele imita alguém que não seja algo "ruim" deixamos, afinal é uma forma dele se socializar com outras crianças.
Ele sempre oferece o que está comento as outras crianças desde pequeno, acho lindo isso!

Elogio na medida certa

Ele já começou a se referir a si próprio pelo nome ou pelo pronome "eu"? Essa é uma indicação importante de que seu filho passou a entender que é uma pessoa diferente e separada de você. 

Aproveite todas as oportunidades para elogiar algo que ele tenha feito sozinho, o que só vai incentivar a autoconfiança. 

Tente evitar comentários genéricos do tipo "Que menino sabido!" e fale especificamente sobre o feito do momento: "Adorei o jeito que você empilhou os bloquinhos para fazer essa torre tão grande". 

O Gu se refere a ele mesmo como Neném do pai e da mãe, ou simplesmente de Gu. Sempre elogio ele nas coisas certas que faz, e percebo que ele se enche de orgulho. Gostei da dica de como elogiar.




Comportamento: apego e medos

Se aquela criança destemida e independente de repente não quer largar de você nem por um minuto, não se preocupe. Nesta idade, esse tipo de comportamento pode simplesmente indicar uma imaginação fértil. Às vezes é o aspirador que vira um engolidor de crianças ou é o monstro que se esconde debaixo da cama (especialmente depois da transição do conforto e segurança do berço para uma caminha maior). 

Esses medos podem parecer irracionais para você, mas, para uma criança que está começando a notar o mundo, são extremamente reais. Procure não menosprezar os temores do seu filho (faça, por exemplo, uma busca pelo tal do monstro embaixo da cama) e sempre converse sobre o que o aborrece tanto. 

Lembre-se ainda de que a imaginação pode ser grande, mas o vocabulário de uma criança ainda não é, então às vezes caberá a você decifrar a fonte do medo. 

Não esqueça também aquela velha lição seguida com bebês menores: quando for sair, diga aonde vai, explique quem cuidará dele e dê um tchau rápido, sem estender e fazer drama. Se possível, antes de sair, envolva-o em uma atividade com a pessoa que ficará cuidando dele. 

Não tive problemas de medo com o Gu ainda, ou não percebemos ainda! Mais tenho certeza que se aparecer vamos em busca do que está causando o medo e mostrar que não tem nada que temer.
Sobre ficar com outras pessoas, quando são os avós o Gu nem olha pra me dar tchau, e fora eles ele nunca ficou com mais ninguém. (sou uma mãe meio doida nesse ponto)


Desenvolvimento da linguagem: montando frases

Crianças de quase 2 anos costumam obedecer ordens simples como "Venha aqui para eu botar o seu tênis" ou "Pega o copinho para a mamãe". Elas falam cerca de duas dúzias de palavras de forma mais clara e muitas outras ainda não tão fáceis de entender -- e por isso nem soam como palavras de verdade. Mas logo logo o vocabulário vai crescer tanto que você nem vai mais conseguir lembrar de todas as gracinhas que ele diz. 

Seu filho pode dizer frases curtas como "Cabô mamá" ou "Qué papá" e responder a perguntas como "Qual é o seu nome?" e "Como é que o cachorrinho faz?". Você já não terá mais que adivinhar tanto o motivo dos choros, porque ele aprendeu a utilizar as palavras (mesmo as que inventou ou "adaptou") para expressar sentimentos e sensações. 

Outro conceito que começa a ser entendido é o de opostos, como pequeno e grande ou pouco e muito. Aproveite para mostrar figuras e ilustrações em livros, porque a leitura é uma das melhores formas de aprimorar a linguagem. Procure histórias em que haja vários objetos, tanto familiares como outros mais novos. Ao ler, faça uma pausa de vez em quando e pergunte algumas coisas sobre o livro ("O que o gatinho está fazendo? "Cadê o menino?")

Lendo esse trecho percebo que a linguagem do Gu está bem normal, ele já monta essas pequenas frases, e entende muito bem as nossas.
Vou começar a trabalhar mais os opostos a partir de agora, ele já sabe o quente e frio, mais ainda não fala certinho o "frio".






Fonte: Aqui



E é isso, o desenvolvimento por aqui está assim, ao meu ver tudo correndo bem!

E por ai como estão as crianças?

Grande beijo e até já =*



quarta-feira, 13 de abril de 2016

1 ano e 10 meses ou 22 meses de Gustavo

Bom dia meus amores,

Hoje meu pequeno completa 1 ano e 10 meses, ou 22 meses!

E lá fui eu pesquisar sobre a nova fase que vamos entrar e já estamos passando, tem muita informação legal, e meus comentários estarão de vermelho.

Como seu filho está crescendo

Seu filho começa a ter objetivos e idéias próprias, como quando empurra um carrinho por um determinado caminho que traçou ou monta uma pequena torre de bloquinhos. Ele também passará a se importar com os resultados e consequências do que faz: vai ficar feliz quando conseguir o que quer, e frustrado se fracassar. Tudo isso faz parte da construção da independência. 

Pensa em uma fase complicada, Gu quando consegue fazer o que quer dança, bate palmas, grita de alegria faz a festa.

O problema é quando não consegue, ai ele chora, joga o que estiver na mão no chão, quer bater no que estiver perto, faz birra, tá bem complicado.

Sua vida: aprendendo a lidar com caprichos

Uma hora ele só quer colo e abraços e, de repente, faz birra e quer distância de você? Não leve tamanhas mudanças de vontade a mal, porque elas simplesmente indicam que seu bebê está crescendo. 

Com o passar do tempo, seu filho fica mais interessado em brincar com outras crianças. Poderá imitar um irmão mais velho que já sabe jogar futebol ou seguir a meninada no pátio brincando de pega-pega. 

Essa mudança eu percebo sempre que ele está com outras crianças, é muito mais legal ficar com elas do que com a gente.




Sobre imitar, ele ama assistir a um baterista no youtube, e como ele ganhou uma bateria ele anda imitando os movimentos, e eu babo.



Mais um ano vem aí...
Logo logo o segundo aniversário vai chegar e já é hora de pensar na festinha. Se for só fazer um bolo em casa, não é preciso esquentar muito a cabeça, mas se estiver considerando uma festa maior, comece o planejamento. Que tipo de brinquedos, entretenimento e comida são apropriados para crianças de 2 anos? 

Inclua seu filho no projeto, perguntando, por exemplo, quem ele quer convidar para a comemoração ou qual o bolo que mais gosta. Desta maneira, ele vai saber o que esperar no dia. Uma festa grandiosa demais, com muitos convidados e atividades, pode assustar a criança. Você, melhor do ninguém, sabe avaliar como seu filho reagirá a um evento desse tipo. 

Fonte: http://brasil.babycenter.com/s3500053/1-ano-e-10-meses#


Por aqui não será nada grande e a saga já começou, você pode ler o primeiro post AQUI.

Desenvolvimento físico: dedinhos ágeis

Fique só de olho para ver como seu filho vai usar as mãos e os dedos para construir torres de bloquinhos, encaixar peças ou tentar passar uma fita por um buraco feito no papel. Brincar com massinha ou argila também é uma ótima forma de aperfeiçoar as habilidades motoras. 

Os pequenos movimentos de dedos, mãos e pulso envolvidos nessas atividades são a base para a construção de outras importantíssimas conquistas físicas e mentais. Por exemplo, para fazer uma torre, a criança precisa saber como empilhar as peças e bolar um plano em sua cabeça para criar a estrutura. 

Sim os dedos estão ágeis demais, ótimo para a coordenação motora e para as artes rs.


Muitos gols pela frente

Outra habilidade mais desenvolvida nesta fase é a de chutar uma bola grande sem cair. Não se preocupe se seu filho estiver tendo certa dificuldade para se equilibrar em uma perna só a fim de chutar com a outra. Simplesmente mostre como se faz e depois jogue a bola para que ele tente. Festeje mesmo que ele só consiga encostar a pontinha do pé e fazer um minimovimento: "Que golaço!". 

É possível que a criança já esteja craque em correr, mas não muito boa em parar ou virar para um lado uma vez que tenha pego impulso. Prepare-se para as quedas e os muitos machucados que vêm pela frente, até que a coordenação para desacelerar melhore. 

Gu chuta bola desde que aprendeu andar, e os chutes são cada vez mais fortes, e sempre acompanhados de muita gritaria de "gollll"

Andar é bobagem, é muito mais legal correr por ai, e sim ele tromba, cai, mais levanta e corre de novo.

Desenvolvimento emocional e social: olha só quem manda!

Agora que consegue se comunicar com palavras e gestos, seu filho pode se revelar um belo mandão. Mas a verdade é que ele só está experimentando para ver como a comunicação afeta as pessoas ao redor. 

Pode ser que ele grite "Não!" assim que você começar a cantar uma música que ele adora. Não é que ele queira mesmo que você pare. Serve mais é para observar como você responde a uma ordem. 

"Olha!" (ou mais precisamente "óia!") é outra coisa frequente que sai da boca das crianças nesta idade, que anseiam muito pela aprovação dos pais. Mostre que você notou os desenhos, o brinquedo ou o que quer que seu filho esteja apontando. Palavras de incentivo servem para que ele tenha confiança em continuar a explorar novidades. 

E pensem num carinha mandão, e ele fica bravo se não paramos ou atendemos ele na mesma hora. Gustavo tem se mostrado bem pidão também, quando ele quer algo ele dá um jeito de entendermos o que ele quer.

Mostrar o que ele fez também é algo que acontece o tempo todo.

Amigos e inimigos

Há crianças que cobrem os pais de abraços e beijos e respondem correndo quando são chamadas. Gostam também de se mostrar prestativas, embora não saibam direito o que quer dizer cooperar -- ajudam mais por perceber que isso alegra os adultos. 

Outras, contudo, passam a ser desobedientes e desafiadoras. Se seu filho não anda lá muito carinhoso e bem comportado, tenha paciência, já que este é um momento confuso para as crianças, porque ainda não conseguem expressar direito o que sentem. 

Procure entender se há algum motivo específico para as birras (chegada de um novo irmão? mudança de casa? doença na família?). Às vezes uma criança fica cheia de sentimentos que não sabe como explicar. Faça muitas perguntas e demonstre sempre o seu amor. 

Aqui estamos meio a meio, tem horas que ele está um dengo, todo carinhoso, cheio de abraços e beijos. No outro minuto ele está desafiador, desobediente, e mandão.



Estamos tentando de todas as formas ter o máximo de paciência possível, e eu ando contando até 10 muitas vezes no dia.

A volta das noites em claro!

Sonecas da tarde longas demais podem acabar afetando o sono da noite e trazendo de volta as temidas madrugadas sem fim para toda a família. A partir de agora, talvez você tenha que limitar o soninho diurno, fazendo experiências para ver quanto de tempo é necessário para deixar seu filho revigorado sem prejudicar o sono da noite. 

Outra coisa importante é ter aquela famosa rotina de dormir bem estabelecida. Pode ser um banho seguido de uma história ou música, mas não vale ficar no quarto até a criança dormir. Crianças acostumadas a pegar no sono sozinhas voltam a dormir mais fácil quando acordam no meio da noite do que aquelas acostumadas a um colo ou à presença de um adulto no quarto. 

Ok aqui eu tenho errado no ponto de não ficar no quarto até ele dormir, mais ele grita demais quando saímos de lá. Mais vou começar tentar deixa-lo sozinho.



Desenvolvimento da linguagem: entendimento das palavras

O vocabulário típico de uma criança de 1 ano e 10 meses geralmente consiste em cerca de 20 palavras, e muitas já conseguem combinar algumas para fazer perguntas ou comentários. 

Isso não significa que é para começar a fazer listinhas das palavras! Lembre-se de que as crianças entendem muito mais do que falam, e a compreensão é essencial para o desenvolvimento da linguagem. Assim sendo, o "vocabulário" acaba sendo muito maior do que parece. 

Se você apontar para partes do corpo, é bem provável que ele consiga dizer o nome de cinco ou mais, mas, se ainda não tiver chegado lá, veja se ele mostra no próprio corpo onde está a que você perguntou ("Cadê o nariz do João? E a boca?..."). 

Gu é bem preguiçoso em falar, mais tem soltado bastante palavras e algumas frases curtinhas. 

Aprendeu a falar o nome do pai "Arley" e só chama ele assim agora, chega a ser engraçado.

Ele já mostra todas as partes do corpo e fala o nome de algumas, eu babo. 

E não estou preocupada se ele fala menos que outras crianças, porque cada uma tem seu tempo.



Prazer da leitura

A maioria das crianças adora olhar livros e identificar dentro deles objetos familiares (mesmo quando o livro está de cabeça para baixo). Mesmo que não dê para prender por muito tempo a atenção delas nesta idade, não é necessário ler correndo para terminar a história. Na realidade, quanto mais rápido você ler, menos atenção despertará. 

Procure ler devagarinho para que seu filho compreenda a história e permita que ele vire as páginas e procure as figuras ou objetos que possa identificar e nomear. Pare quando notar cansaço. Momentos de leitura prazerosa e cercada de carinho são muito mais importantes do que chegar ao final da história. 

Gu ama livros desde bebê, e hoje ele já tem mais paciência de escutar toda a história, ama me mostrar objetos no livro e até mesmo me falar o que são.

Sobre ler devagar, sempre faço isso, afinal ele é pequeno e precisa aprender as palavras, ver as figuras, aprender a manter a atenção. 

Pra mim momentos de leitura são sempre muito gostosos, eu amo ler.



FONTE: http://brasil.babycenter.com/a3400527/a-crian%25C3%25A7a-de-1-ano-e-10-meses#ixzz45TSwiPPQ



E é isso, o desenvolvimento por aqui está assim, ao meu ver tudo correndo bem!

E por ai como estão as crianças?

Grande beijo e até já =*